Sobre

Sou o Gabriel Braidotti e eu acredito que SEM VENDAS NADA ACONTECE

 

Tudo começou por volta de 2008. Nesta época eu cursava Agronomia na UFPR e tinha recém voltado de Toronto, no Canadá, onde morei por dois anos fazendo trabalho voluntário.

Eu estava um pouco frustrado por ter que estudar em período integral, fazer certas matérias de engenharia e de não poder trabalhar e ganhar dinheiro, mas eu nem sabia por onde começar.

Então eu percebi que eu não lia muitos livros nesta época e, se eu quisesse acelerar o meu progresso, eu teria que começar a ler. Isso ficou na minha cabeça, mas eu ainda não tomei um primeiro passo porque eu nem sabia o que eu queria ler também. Certo dia, enquanto andava por uma rua, eu me deparei com um sebo e, na vitrine, havia o livro Pai Rico Pai Pobre. Eu havia ouvido falar deste livro e resolvi checar. Na época, ele custava cerca de R$ 15,00 e, puxa, este dinheiro eu tinha. Comprei o livro.

Quem conhece sabe que o livro tem pouco mais de 190 páginas, as letras não são pequenas e há alguns gráficos e diagramas no meio. Uma leitura fácil, não é? Era o livro perfeito para eu começar. 7 meses depois, eu havia lido o primeiro livro ao qual eu não havia sido obrigado a ler! Demorou, foi uma batalha interna, mas isso despertou algo em mim: A vontade de ser um investidor!

Eu li mais alguns livros, revistas e artigos sobre investimentos e comecei a gostar do assunto e do prospecto de me tornar um trader.

Depois de alguns livros, um bom amigo disse que eu deveria ler o livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas. Eu relutei um pouco porque, afinal, eu já tinha bons amigos e, assim como pra muitos, “influenciar”, para mim, era a mesma coisa que “manipular”. Se você está lendo isso e pensa da mesma maneira, ainda, se prepare para começar a mudar o seu padrão de pensamento agora mesmo.

Este livro de Dale Carnegie fala sobre coisas tão básicas, mas tão básicas, que me assuntou o fato de eu não ter aplicado aqueles princípios, conscientemente, até o momento. Era um manual para me tornar uma pessoa melhor. Influenciar não tinha nada a ver com manipular. Tinha a ver com ajudar pessoas a tomarem ações, tinha a ver com fazer as pessoas se sentirem melhor consigo mesmas, tinha a ver com ser alguém com quem as outras pessoas querem estar.

Finanças e Influencia agora eram os meus pontos de estudo mais desejados. Apesar de ter criado o hábito de ler, eu ainda não era (e nem sou) nenhum ninja de leitura dinâmica ou algo assim, mas eu tinha força de vontade suficiente para aprender mais sobre determinado assunto e entender se aquilo fazia sentido para mim.

Neste meio tempo, eu estava mexendo um pouco com a bolsa. Depois de alguns meses em simuladores, eu tirei todo o dinheiro que eu tinha na poupança e coloquei na conta da corretora para eu operar ações. Foi um período legal de aprendizado. Felizmente não perdi e nem ganhei dinheiro no fim das contas, mas aprendi que, se eu quisesse ser profissional naquilo, eu precisava investir mais no meu conhecimento da área. Foi aí que eu fiz o meu primeiro curso extensivo de trader e aprendi o peso que aliar a leitura autônoma de livros, com cursos específicos na área em que você quer melhorar, tem no avançamento profissional de uma pessoa.

Alguns meses depois eu tomei a decisão de largar Agronomia e fazer um vestibular para Economia. Seis meses depois eu estava começando o primeiro dia de aula no curso de Economia e, seis meses depois disso, graças a um amigo e a um curso de preparação profissional, eu estava estagiando na área de fundos de investimentos de um banco.

Enquanto eu estava feliz no banco, estudando e fazendo novos cursos sobre investimentos, um outro amigo meu, de São Paulo, me ligou e disse: “Meu, você vai gostar muito do livro que eu estou lendo. Se chama ‘O Lobo de Wall Street’”.

O Lobo de Wallstreet, hum? Se esse cara é o lobo de Wallstreet, talvez ele saiba uma coisa ou outra sobre investimentos, não é? Pensei.

Algumas semanas depois eu estava em São Paulo e peguei o livro emprestado. Na capa do livro havia uma frase muito impactante, algo nas linhas de: “Como eu fazia 1 milhão de dólares por semana aos meus 25 anos de idade”. Wow… tá pra mim!

Quanto mais eu lia, mais eu percebia que, um trader, na verdade, tinha o objetivo de VENDER ações para os clientes dele. E para a minha surpresa, o Lobo esse, de nome Jordan Belfort, ainda estava na ativa, ensinando as pessoas como vender.

Para encurtar a história, uns 8 meses depois de ter lido O Lobo de Wallstreet, ter lido mais um ou dois livros sobre vendas, eu estava fora do meu emprego seguro no banco, estudando vendas e trabalhando por comissão, sócio de uma empresa de representação comercial. Logo depois disso, eu investi pesado em capacitação e aprimoramento desta profissão, que hoje me dá orgulho de praticar.

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